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Educação, cidadania e liberdade de escolha

Como empresa de educação, acreditamos que aprender, conviver e participar da vida em sociedade caminham juntos. O respeito à diversidade de ideias e à liberdade de pensamento de cada pessoa faz parte da nossa cultura e do nosso Código de Conduta Ética.

Neste período de eleições, queremos contribuir para que todas as pessoas exerçam a cidadania com tranquilidade, informação e respeito mútuo. Por isso, compartilhamos alguns lembretes:

Cada pessoa escolhe livremente. Todas as pessoas que trabalham na +A Educação — colaboradores, terceirizados, estagiários, aprendizes e quem atua em teletrabalho — têm plena liberdade para escolher seus candidatos, candidatas, partidos ou posições políticas, e também para votar em branco, anular o voto ou exercer qualquer outra opção prevista na legislação eleitoral, sem qualquer interferência, pressão, orientação ou constrangimento por parte da empresa, de seus dirigentes, gestores e prepostos ou de terceiros que atuem em seu interesse.

Respeito sempre. É vedada qualquer forma de coação, intimidação, ameaça, constrangimento, retaliação, discriminação ou tratamento desfavorável relacionado à orientação, manifestação ou escolha política de alguém.

Nosso compromisso. A +A Educação respeita e assegura o exercício livre e consciente dos direitos políticos de todas as pessoas e se compromete a prevenir e impedir práticas de assédio eleitoral no ambiente de trabalho e em situações relacionadas ao trabalho.

Conte com nossos canais. Qualquer situação que possa representar pressão, constrangimento, retaliação ou interferência indevida na liberdade política pode ser comunicada ao Alô Ética, nosso canal confidencial, que aceita relatos anônimos e funciona 24 horas: pelo telefone 0800-761-6135, pelo e-mail maisaedu@aloetica.com.br ou pela intranet. Também é possível procurar os órgãos públicos competentes. Quem relata tem proteção contra retaliações. 

PARA SABER MAIS
Recomendamos a cartilha “Assédio Eleitoral no Trabalho”, elaborada pelo Ministério Público do Trabalho, e também as cartilhas do mesmo órgão sobre violência e assédio moral e sexual no trabalho.